por genildomarcelo | dez 8, 2006 | Poesias
Menina com quebranto? – Reza de acalanto! Ramo de arruda na mão. E lá vinha a vó benzedeira: feiticeira do sertão. Curar as dores do corpo, as mágoas do coração. A mão empunhava as folhas e a coreografia de cruz, tinha início de repente (de certo invocando...
por genildomarcelo | dez 8, 2006 | Poesias
Ensaio um poema nobre na curva das horas vagas as nuvens desvendam o escuro da noite que não se acaba. Atenta, reverto o ócio transformando em poesia a brusca poeira densa que rege a monotonia. A morte é a estrela guia namora e quer enlaçar o dorso do ser humano que...
por genildomarcelo | nov 30, 2006 | Poesias
Poesia, cadê você? ………………………. Silêncio. ………………………. Ela ainda é só uma idéia. ………………………….. Faltam mar e chuva nesta madrugada....
por genildomarcelo | nov 26, 2006 | Poesias
Hoje eu senti um arrepio extremo ao vislumbrar um homem em minha rua. Gesticulava em meio a uma conversa, vestia um short e tinha as costas nuas. Era um retrato completo e fiel… Da sua imagem possuía tudo… Como é possível ter a aparência de quem não faz...
por genildomarcelo | out 25, 2006 | Poesias
(Poema escrito em 8 de dezembro de 1994 – dia da morte de Tom Jobim) Villa-Lobos está tenso. Vinícius só faz sorrir. Vão receber o amigo que da Terra ousou partir. Os anjos se reuniram com a pauta musical. Vão recebê-lo cantando num majestoso coral. O céu precisava...