por genildomarcelo | ago 18, 2005 | Poesias
(*A saga da Lua e do Mar é um tema recorrente em minha poesia. Publiquei a primeira versão dessa história neste blog, no mês de março de 2008). O poeta da noite pediu pra eu olhar A lua altaneira no céu a brilhar Olhei, refleti e me pus a pensar: “Que triste...
por genildomarcelo | ago 10, 2005 | Poesias
São Paulo, lamento e caminho, metrópole e ninho, sonho e sedução… São Paulo, de arrependimentos, prazeres, lamentos, calma e confusão. São Paulo, da terra molhada, da pele encharcada de raios de sol. São Paulo, furor pós-moderno, cópia dos infernos, Éden nos...
por genildomarcelo | jul 7, 2005 | Poesias
Acordei molhada. Chovia. De dentro de mim a água fluía. Descia a ladeira da graça morena. Passava por sobre a penugem macia. Rio de espuma branca. Fonte de prazer. Forte correnteza. Um mar de querer que quebra na boca da caça que é presa. Domínio. Certeza. Fera...
por genildomarcelo | jun 23, 2005 | Poesias
https://goimardantas.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Poesia-Potiguar-O-amor-de-Janaína-musicado-por-Leandro-DAr-1.flv Ondas quebram, mas não destroem de todo a tua imagem. Sereia, mergulho profundamente. Mas não te encontro. Em desespero ecoa meu canto. Encanto. Num...
por genildomarcelo | abr 2, 2005 | Poesias
O cheiro de terra molhada traz à tona a poesia. Ela penetra pela janela, invade o quarto, toma meu corpo de assalto e aguça meus cinco sentidos. Recebo, então, o chamado: “- Vai. Escreve. Põe no papel os versos ditados por teu coração”. Obedeço. Submissa. Feliz....
por genildomarcelo | mar 23, 2005 | Poesias
Ondas quebram, mas não destroem de todo a tua imagem. Sereia, mergulho profundamente. Mas não te encontro. Em desespero ecoa meu canto. Encanto. Num canto. Sozinha. Lágrimas do meu amor Emprestam seu sal ao mar – que era doce no início dos tempos. E eu seco, definho,...