por genildomarcelo | dez 21, 2006 | Poesias
Pedra no meio do caminho Ah, essa tristeza de não parir poemas… De não receber a rajada da inspiração. Alma sangrando, mar de vergonha e imensidão. Meu peito busca versos, estrofes, rimas, refrões. Mas os lirismos se perdem no espaço. E as rotas? Não têm...
por genildomarcelo | dez 21, 2006 | Poesias
Maria, Marias Mãe dedicada. Não tem descanso. Seu mar é pranto. E escorre em dias de alagamento dos seus tormentos. Vive de vento. Planta esperanças. Sonha fartura para as crianças. Tem no seu peito um leito seco… Açude murcho, sem alegria. Em sua vida de...
por genildomarcelo | dez 10, 2006 | Poesias
Foi de repente. Uma chuva de sentimentos me inundou. Transbordei. Raios e trovões atingiram meu peito, que ardeu em chamas num desejo infinito. Minha alma se liquefez. Chorei torrentes que alagaram minha vida, engoliram minhas crenças, costumes, trejeitos. Tentei me...
por genildomarcelo | dez 8, 2006 | Poesias
Menina com quebranto? – Reza de acalanto! Ramo de arruda na mão. E lá vinha a vó benzedeira: feiticeira do sertão. Curar as dores do corpo, as mágoas do coração. A mão empunhava as folhas e a coreografia de cruz, tinha início de repente (de certo invocando...
por genildomarcelo | dez 8, 2006 | Poesias
Ensaio um poema nobre na curva das horas vagas as nuvens desvendam o escuro da noite que não se acaba. Atenta, reverto o ócio transformando em poesia a brusca poeira densa que rege a monotonia. A morte é a estrela guia namora e quer enlaçar o dorso do ser humano que...
por genildomarcelo | nov 30, 2006 | Poesias
Poesia, cadê você? ………………………. Silêncio. ………………………. Ela ainda é só uma idéia. ………………………….. Faltam mar e chuva nesta madrugada....