por genildomarcelo | mar 7, 2008 | Poesias
(Este é meu primeiro poema, escrito aos 13 anos, em homenagem a um amigo de 17, que havia perdido a vida em um acidente de moto, na noite anterior. Seu nome era Cláudio. E tinha dois universos azuis no lugar dos olhos). Amigo meu… Partida triste. Existirás pra...
por genildomarcelo | mar 3, 2008 | Poesias
Seus olhos. Extensão de águas profundas. Castanhas. Cristalinas. Sem medo, vou até a margem e miro essa imensidão límpida. … Não penso duas vezes: salto de braços abertos! Mas ao chegar ao fundo percebo que não era um rio, nem lago, nem poço… É um portal:...
por genildomarcelo | mar 1, 2008 | Poesias
Eu estava nervosa, tensa. Já não era sem tempo de a gente se encontrar de novo. Logo que cheguei, senti seu perfume inigualável e só então percebi o tamanho da minha saudade. Depois de um primeiro abraço, suave, etéreo, ele deu início ao ritual. Começou pelos meus pés...
por genildomarcelo | mar 1, 2008 | Poesias
Não há poesia nesta noite. Só há silêncio. A nossa música não vai nunca mais tocar. O meu prazer, o teu sorriso, a nossa dança… Saraus e lendas, a minha boca, o teu olhar. São fragmentos, doces memórias da nossa história… Flecha no peito, um desconcerto,...
por genildomarcelo | fev 25, 2008 | Poesias
(A renúncia de Fidel me remeteu a coisas datadas, antigas… Talvez por isso tive tanta vontade de postar este poema. Não sei ao certo quando escrevi, tudo indica que em 1993 ou 1994. Em plena faculdade de jornalismo, eu andava impregnada de vermelho, lendo...
por genildomarcelo | fev 24, 2008 | Poesias
Seu Rosa não trouxe a rosa. Essa eu peguei no jardim. Seu Rosa trouxe a Vereda, caminho, estrada sem fim. Seu Rosa me deu neblina, vestida de Diadorim. Seu Rosa me deu Sertão, vastidão dentro de mim. Seu Rosa me fez olhar no vão da filosofia. Seu Rosa foi meu tutor,...