por genildomarcelo | dez 25, 2006 | Poesias
(Para minha filha Tailane Morena, baiana nascida em Ilhéus) E lá vinha Nego Dé. Deus de ébano. Riso de marfim. Filho de Oxóssi. Dono de ginga sem fim… Corpo que é quase um rito. Bailarino do infinito. Jogador de capoeira. Quando dançava descalço, na dureza do...
por genildomarcelo | dez 23, 2006 | Poesias
Um certo capitão Rodrigo… (ou Amor de livro) Perdida por entre as terras. Sozinha, no chão dos prados. Silêncios, noites em claro. Temores de escuridão. Um vento soprando forte, Minuano “lembra morte”. Palavras que eram sentenças da avó, na roca, a fiar… E...
por genildomarcelo | dez 21, 2006 | Poesias
Pedra no meio do caminho Ah, essa tristeza de não parir poemas… De não receber a rajada da inspiração. Alma sangrando, mar de vergonha e imensidão. Meu peito busca versos, estrofes, rimas, refrões. Mas os lirismos se perdem no espaço. E as rotas? Não têm...
por genildomarcelo | dez 21, 2006 | Poesias
Maria, Marias Mãe dedicada. Não tem descanso. Seu mar é pranto. E escorre em dias de alagamento dos seus tormentos. Vive de vento. Planta esperanças. Sonha fartura para as crianças. Tem no seu peito um leito seco… Açude murcho, sem alegria. Em sua vida de...
por genildomarcelo | dez 10, 2006 | Poesias
Foi de repente. Uma chuva de sentimentos me inundou. Transbordei. Raios e trovões atingiram meu peito, que ardeu em chamas num desejo infinito. Minha alma se liquefez. Chorei torrentes que alagaram minha vida, engoliram minhas crenças, costumes, trejeitos. Tentei me...